During the 1950s and 60s they were manufactured by EMD, GMD and their representatives around the world Clyde Engeneering, HoHAB and Henschel Altogether 1126 G12 and 373 G8, being low-cost machines and simplified enough to have a reasonably low operating cost by company standards. time. They used the 12-567C engine in the case of the G12 and 8-567C in the G8, engines that were unsophisticated, but that met the demand very well and were reliable. All of this at a high fuel consumption when compared to European machines at the time, however, European manufacturers were not yet in a position to export machines immediately. The cost of fuel was not a problem, because even though it was imported in some countries, diesel oil and all other petroleum products were cheap, even more when compared to steam traction, either wood, coal or fuel oil. His project followed the same conception of the General Purpose (GP) series that was already quite successful in the USA since 1947 with the launch of GP7. They would be bidirectional machines, adaptable to trunk lines or branches, of cheap and fast construction, sacrificing aesthetics and above all, that were as functional as possible.

 

Units were manufactured from 71 tonnes to 90 metric tonnes, in B-B, A1A-A1A and even C-C, with or without dynamic brake. There were options for Flexicoil or Bloomberg tricks. They were sold to the following countries: South Africa, Argentina, Australia, Brazil, Canada, Ceylon (Sri Lanka), Chile, South Korea, Egypt, Holland, Hong Kong, Indonesia, Iran, Israel, Liberia, Mexico, Norway, New Zealand, Sweden, Venezuela and Taiwan. It has become one of the most successful export machines of all time, being present on five continents. Currently, some of its units continue to operate, although the vast majority of them were paralyzed in the 1980s with the introduction of the EMD 645 engines and more modern machines such as the G22 (direct replacement), G26 (G16 replacement), GT22, and already in the 1980s the JT42 and JT46 combined with the improvement of the technical conditions of the railroads, which previously needed to operate only machines such as the G12, made it possible to use larger machines or even normal machines for domestic use, this was a blow to the G12 , whose engine design was not focused on economy, but on durability and ease of maintenance. Countries like New Zealand stopped almost all of their units, cutting them off and today, few are left in the hands of conservation organizations.

Durante os anos 1950 e 60 foram fabricadas pela EMD, GMD e suas representantes pelo mundo Clyde Engeneering, HoHAB e a Henschel Ao todo 1126 G12 e 373 G8, sendo máquinas de baixo custo inicial e bastante simplificadas para terem custo operacional razoavelmente baixo para padrões da época. Usavam o motor 12-567C no caso das G12 e 8-567C nas G8, motores pouco sofisticados, mas que atendiam muito bem a demanda e eram confiáveis. Tudo isso a um consumo de combustível elevado quando comparado com as maquinas europeias da época, entretanto, os fabricantes europeus não estavam ainda em condições de exportar máquinas de imediato. O custo do combustível não era problema, pois mesmo sendo importado em alguns países, o óleo diesel e todos os demais derivados do petróleo eram baratos, ainda mais quando comparados com a tração a vapor, tanto a lenha, carvão mineral ou fuel-oil. Seu projeto, seguia a mesma concepção dos da série General Purpose (GP) que já estava fazendo bastante sucesso nos EUA desde 1947 com o lançamento da GP7. Seriam máquinas bidirecionais, adaptáveis a linhas tronco ou ramais, de construção barata e rápida, sacrificando a estética e acima de tudo, que fossem o mais funcionais possível. 

 

Foram fabricadas unidades desde 71 toneladas até 90 toneladas métricas, em rodagem B-B, A1A-A1A e até C-C, com ou sem freio dinâmico. Havia opções de truques Flexicoil ou Bloomberg. Foram vendidas para os seguintes países: África do Sul, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, Ceilão (Sri Lanka), Chile, Coreia do Sul, Egito, Holanda, Hong Kong, Indonésia, Irã, Israel, Libéria, México, Noruega, Nova Zelândia, Suécia, Venezuela e Taiwan. Tornou-se uma das maquinas mais bem sucedidas de exportação de todos os tempos, estando presente nos cinco continentes. Atualmente algumas de suas unidades continuam a operar, apesar da grande maioria delas terem sido paralisados nos anos 1980 com a introdução dos motores EMD 645 e maquinas mais modernas como as G22 (substituta direta), G26 (substituta da G16), GT22, e já nos anos 1980 as JT42 e JT46 aliadas a melhoria das condições técnicas das ferrovias, que antes precisavam operar apenas maquinas como as G12, possibilitaram o uso de maquinas maiores ou até mesmo maquinas normais, de uso doméstico, isso foi um duro golpe para as G12, cujo projeto de seu motor não era voltado a economia, mas sim a durabilidade e facilidade de manutenção. Países como a Nova Zelândia pararam quase todas as suas unidades, cortando-as e hoje, restaram poucas em poder de entidades de preservação.

 

GM/EMD - G12 992 Canadian National Railway

R$ 49,99Price
  • This is a Diesel Workshop product.

    All Working Lights

    Custom Realistic Cab

    Custom Sounds

    Scheduled Operational Physics

    Animated Windows and Doors

  • Builder - General Motors Division (Canada)

    Build Date - 1953-1968

    Total Constructed B-B Version - 670

    Gauge - 1435mm

    Engine - EMD 567 12 Cylinders

    Force - 1310HP

©2021 Diesel Workshop - CNPJ 40.766.088/0001-71

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